Não ignoro o sofrimento. Não banalizo as dores que a gente sente, que não são poucas. Mas eu acho que, á parte os embaraços do caminho, quando a gente se fecha para as belezas do mundo, a vida fica insípida. Quero continuar a ter esse olhar capaz de se encantar com as coisas que vê mesmo quando, particularmente, a minha história se torna difícil de ser lida... Os problemas continuam, mas o coração ganha um doce que muitas vezes nos ajuda a temperar os amargos.




De repente a gente se vê seguindo um caminho sem a menor ideia de onde se possa chegar. É como um labirinto conflitante, "movediço" e tantas vezes solitário. Mas ainda assim a gente segue ansiando e arriscando nas respostas do amanhã. Porque é preciso ter fé nas próprias escolhas... e há coisas que só mesmo o tempo, na sua melhor boa ação, há de responder.

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